Tim O’Reilly, o cara que cunhou o termo web 2.0 e alardeou ao mundo as benesses da nova tecnologia para a comunicação interpessoal, foi pego com a boca na botija durante entrevista que realizou com Jonathan Schwartz, presidente da Microsystems.
Entusiasta do poder de convergência das ferramentas on-line, convidou a platéia a fazer perguntas ao entrevistado via Twitter _plataforma de microblogging mais usada no mundo.
Pois bem: Daniel Terdman nos conta que O’Reilly não checou seu celular (por onde entrariam as atualizações via Twitter) NENHUMA vez durante a entrevista. Logo, não fez nenhuma pergunta sugerida pela audiência.
Bem depois, Tim apareceu no Twitter com uma história que, se verdadeira, prova que ele nem sequer sabe usar o microblogging.
A saia-justa ocorreu no evento capitaneado anualmente por O’Reilly, a Web 2.0 Expo.
Sobre o profeta da web semântica e o Twitter quem tem coisas boas a dizer é o Francisco Madureira, do Clico, Logo Existo. Primeiro, que o termo web 2.0 é uma balela.
E segundo: que é para eu me acalmar com relação ao Twitter, a quem me derreti em elogios no episódio do abalo sísmico em São Paulo na terça-feira.
O debate, como sempre, engrandece.

3 respostas Até agora ↓
O’Raios! Esse Twitter tá quebrado! « Clico, logo existo // Abril 25, 2008 às 22:45 |
[...] foi divertido, relata o Webmanário —o cara pediu perguntas via microblog durante a Web 2.0 Expo, mas não chegou o aparelho… tudo bem, a gente te desculpa, Tim. Esse negócio de celular é muito novo mesmo, as teclas [...]
Tim O’Reilly e sua falta de destreza « Webmanário // Abril 27, 2008 às 2:16 |
[...] quem notasse, repercutisse e ironizasse. Também, a justificativa do cara era pífia: “percebi que configurei meu [...]
O pai da Web 2.0, agora, quer brincar de fazer livro sobre o Twitter | De Repente // Abril 30, 2009 às 19:29 |
[...] O´Reilly conseguiu, rapidamente, encontrar um nicho no qual havia um grande abismo: fundamentos conceituais sobre o Twitter. Só entrou na onda da popularidade para tornar-se referência de uma ferramenta que não conhece tão bem assim. [...]