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Entries tagged as ‘microblogging’

Edição II - 11ª aula

Junho 12, 2008 · Não Há Comentários

Esta sexta (13/6) marca nosso último encontro antes da prova final (cujo conteúdo é o ministrado no semestre).

Vamos conversar sobre os pontos-chave do curso (jornalismo participativo, autogestão na Internet e microblogging/ambiente portátil) e refletir sobre os conceitos de edição expostos, além de avaliar os textos sugeridos discutidos em classe.

Nas tarefas do segundo tempo, aproveitem para fazer o que ainda não fizeram.

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Por que Obama derrotou Hillary

Junho 5, 2008 · 3 Comentários

Do ponto de vista da tecnologia, é uma questão fácil de responder. A ex-primeira dama pouco investiu em ferramentas on-line. Enquanto isso, só em anúncios e outras ações no Google, o senador por Illinois desembolsou mais de US$ 3 milhões.

No microblog, a distância entre as campanhas também foi díspar. Que o digam os 33 mil seguidores das atualizações de Obama no Twitter _todos eles sendo seguidos, medida sempre vista com simpatia na Web (ainda que, suponha, essa conta jamais tenha sido checada por qualquer funcionário).

Especificamente no Twitter, Hillary foi catastrófica. Amealhou apenas 4 mil “followers” e não adicionou ninguém. Uma tragédia de mídia social.

Yahoo, Microsoft e Facebook, nessa ordem, aparecem como os principais destinatários de verbas da campanha do agora confirmado candidato do Partido Democrata à presidência dos Estados Unidos (engraçado que, no sentido inverso, ou seja, as doações às candidaturas, funcionários da Microsoft deram mais dinheiro a Clinton, enquanto os do Google cacifaram Obama).

Moral da história: Obama, muito ativo na Internet, cativou a multidão de jovens de classe média que perscrutam a rede. Hillary, que investiu milhares de dólares a mais que seu adversário em jantares e homenagens (esse perrengue herdado da vida off-line), arregimentou os mais ricos e os mais velhos. Ou seja, pouca gente.

A Business Week mostrou um ângulo em que uma campanha política ingressou no terreno dos cases de quem busca exemplos de influência das novas tecnologias.

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Plurk sobe na esteira do fiasco alheio

Junho 3, 2008 · Não Há Comentários

O desencanto com o Twitter (que andou off-line por horas nas últimas semanas) colocou em voga uma nova ferramenta de microblog: o Plurk.

Basicamente, ele possui as mesmas funcionalidades. A novidade é que suas atualizações aparecem dispostas como uma linha do tempo (as 24 horas do dia). Além disso, há uma coleção de verbos pré-determinados (ou seja, o usuário pode ganhar caracteres ao utilizar essa opção).

A ferramenta de mídia social está provocando buzz _assim como suas irmãs mais velhas.

Vamos acompanhar e ver o que o jornalismo pode fazer por ela. Já estou por lá.

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Twitter culpa usuários por ‘crack off-line’

Maio 31, 2008 · 1 Comentário

Os períodos off-line do Twitter têm sido tão freqüentes nos últimos dias que a ferramenta criou um blog apenas para dar justificativas a seus desesperados usuários.

A verdade é que não sabemos ao certo o que está acontecendo“, disse Jack Dorsey, presidente do Twitter. Inacreditável.

Ainda pior foi a desculpa encontrada por Alex Payne, um dos responsáveis técnicos do site. Segundo ele, os usuários mais “populares” _aqueles que seguem muita gente e que têm muitos seguidores_ são os responsáveis pelo crack.

Pela explicação de Payne, toda vez que gente como Robert Scoble (com 25 mil followers e 21 mil followings) twitta, o sistema entra em colapso. Ou seja: o Twitter morre de tanto twittar.

Pois bem: o microblog não é só o Twitter. Pownce, Jaiku e até o tosco Telog (brasileiríssimo) estão aí à disposição.

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Off-line, Twitter enfrenta turbulência

Maio 25, 2008 · 1 Comentário

A plataforma de microblog Twitter passa mais tempo fora do ar do que ativa.

Neste momento, o site (para variar, inativo) usa seu blog oficial para anunciar que os acessos estão além da capacidade de uma empresa tocada por 16 funcionários.

Ao mesmo tempo, o site foi acusado de ser complacente com usuários que teriam violado claramente suas normas de uso (caso de pessoas que ameaçam e constrangem outro “twiteiro”).

Há um blog que questiona a qualidade do serviço no aspecto administrativo (de vigilância, de preocupação com o usuário).

Outros brincam com as freqüentes panes técnicas do produto.

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Mais um tremor e, de novo, o microblog dá o furo

Maio 7, 2008 · Não Há Comentários

Hoje foi a vez de os norte-americanos constatarem a velocidade quase insuperável do microblogging no relato de fatos.

Um tremor pequeníssimo em Washington D.C. foi percebido antes pelos usuários da ferramenta. Ou melhor, publicado antes (”publique antes, filtre depois” é a norma vigente da Web 2.0 que Clay Shirky consolidou de vez em seu ótimo “Here Comes Everybody” _registre-se que, pessoalmente, sou adepto do filtrar e depois publicar).

Segundo relato da Reuters, o tremor levou quase uma hora para sair do Twitter e chegar ao mainstream. O Tiago Dória vê por um ângulo auspicioso o mesmo relato, apontando para o apuramento do uso do microblogging no jornalismo. De fato, olha que cobertura esperta das primárias na Carolina do Norte (EUA): os repórteres passavam flashes via Twitter. Óbvio ululante, mas cadê?

Por isso pergunto, como já havia feito antes: cadê as redações que não estão ligadas na movimentação do microblog? Cadê o repórter “twittando” da rua? Chegamos à conclusão de sempre: a paquidermia grassa…

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Na hora da tragédia, as redes sociais funcionam

Maio 2, 2008 · 5 Comentários

Numa conversa na semana passada com o novo grupo de trainees da Folha de S.Paulo, fui confrontado num determinado momento (era o dia seguinte ao abalo sísmico sentido em São Paulo) com a opinião que, passado o hype, as pessoas se voltavam para a grande mídia em busca de informações apuradas _eu dizia que o microblogging tinha dado o “furo” sobre o tremor.

É, em resumo, a mesma opinião que Francisco Madureira, do Clico, Logo Existo, expressou.

Discordei. Insisto que procura o mainstream quem está habituado a ele _e, idem, fica na blogosfera, microblogging, redes sociais etc quem é usuário deles.

Um estudo publicado hoje na prestigiosa revista New Scientist joga luz num ângulo interessante desta questão.

Analisando dados após duas grandes tragédias nos EUA (os incêndios na Califórnia e o tiroteio em Virginia Tech), a professora Leysia Palen, da Universidade do Colorado, concluiu que os usuários da Internet foram capazes de prover informação fidedigna e relevante de forma mais rápida e precisa que fontes oficiais como a Cruz Vermelha, a Polícia ou os Bombeiros.

No caso do tiroteio em Virginia, a Wikipedia já dispunha, 90 minutos depois dos fatos, da relação dos mortos no massacre _coisa que o serviço público demorou horas para coletar e divulgar.

Nas redes sociais, como o Facebook, idem: informações disponibilizadas tempos depois por órgãos públicos já circulavam em questão de minutos na Web.

E o que o mainstream tem a ver com isso? Simples: paquidérmicos e desconhecedores das funcionalidades da rede, os jornais têm nas fontes oficiais seu objeto quase único de checagem de informações. A mídia que não acompanhou a circulação de notícias pela Internet nessas tragédias também informou mal _e a passos de tartaruga_ o seu público.

É preciso acontecer uma tragédia para que se perceba isso?

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Tim O’Reilly, Web 2.0 e o Twitter

Abril 27, 2008 · Não Há Comentários

Lembram que Tim O’Reilly (repito o mantra? Ok, o homem que cunhou o termo Web 2.0) foi questionado por que, durante uma entrevista que conduzia na sexta-feira em sua Web 2.0 Expo, pediu que a platéia mandasse perguntas via Twitter, mas não repassou nenhuma para o entrevistado (Jonathan Schwartz, presidente da Sun Microsystems)?

Houve quem notasse, repercutisse e ironizasse. Também, a justificativa do cara era pífia: “percebi que configurei meu Twitter para receber mensagens apenas das pessoas que eu acompanho”, esclareceu em dois tempos o constrangido Tim, horas depois do vacilo, na própria ferramenta de microblogging.

Daniel Terdiman, que pescou a rateada e a divulgou, insiste que O’Reilly não checou seu telefone em momento algum no transcorrer da conversa com Schwartz. O papa da web semântica, porém, assegura que sua falta de destreza, não de consideração, foi a responsável pelo incidente.

Num pedido de desculpas em seu blog, Tim ouviu de novo Schwartz e postou perguntas e respostas com as indagações feitas pela platéia no evento de sexta-feira.

A dúvida que ficou: será que O’Reilly já sabe manipular seu celular 3G e as ferramentas de microblog?

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Mais terremoto no Twitter

Abril 23, 2008 · Não Há Comentários

Ótimo timeline do tremor em São Paulo, via Twitter e blogs, proporcionado pelo “O Primo”.

Aliás, o microblogging foi hoje reportagem de capa do caderno Informática da “Folha de S.Paulo”. Aqui, a versão integral do texto.

 

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O tremor, a interação e o microblogging

Abril 23, 2008 · 5 Comentários

São Paulo sentiu a força do tremor de 5.2 na escala Richter a 270 km de distância, e quando isso acontece (um fato que irrompe no cotidiano de muitos), o jornalismo participativo ganha destaque nos portais. É a ocasião em que a pauta, essa ferramenta quase esquecida no cotidiano das iniciativas que contam com a ex-audiência, surge e ordena o trabalho do cidadão jornalista, corrigindo grave distorção.

A priori, um terremoto sem danos não é fotografável, mas sim digno de registro em vídeo (coisas balançando sozinhas fazem tremendo sucesso). Na falta disso, sobram apenas os relatos. “Apenas” porque a gente sempre quer (e precisa ter) mais na Internet.

Na hora em que escrevo (0h45 desta quarta), só o G1 havia levado o assunto para sua página interativa. E ninguém, entre os portais que incentivam a interferência dos leitores, tinha vídeos “caseiros” para exibir.

UOL e Terra preferiram abrir fóruns de discussão. Estadão e O Globo, sempre ligados na liturgia da interação, nem sequer tinham pautado seus leitores sugerindo que enviassem material sobre o raro abalo sísmico genuinamente tupiniquim.

A Folha, que raramente incita o usuário a interagir, já estava lá de madrugada pedindo participação dos leitores.

Bem antes disso, quando a metrópole mal acabara de sacudir, o 8bitsemeio notava que o furo de reportagem, desta vez, foi do Twitter.

E viva o microblogging, ferramenta jornalística sim, e cidadã também, como não?

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