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Entries tagged as ‘twitter’

Parlamento britânico pega o jornalismo on-line no pulo

Julho 1, 2008 · 2 Comentários

Acabo de ver no Twitter de Fernando Zamith um interessante relatório da Câmara dos Lordes (o Parlamento britânico) que clama por mais qualidade no jornalismo on-line do Reino Unido.

Eu também clamaria por mais qualidade daqueles que nos governam, mas o relatório não é de todo absurdo. Por exemplo, cita que os portais da Internet estão completamente a reboque de releases e agências de notícias, publicando _todos_ matérias absolutamente iguais.

Outra constatação dos lordes que é real: “muito do noticiário disponível na Internet (…) não é novo, é reembalado de outros veículos”.

Além disso, Lorde Fowler, relator do documento, cita que a expansão dos serviços jornalísticos on-line não veio acompanhada de postos de trabalho condizentes com seu novo tamanho.

Importante: todas essas observações valem tanto para a Inglaterra quanto para o Brasil. Estamos, portanto, navegando no mesmo barco da mediocridade.

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Edição II - Décima aula

Junho 6, 2008 · Não Há Comentários

Hoje vamos tentar compreender, de uma vez por todas, o papel do editor, esse jornalista que, antes do jornalístico, tem de cuidar de problemas administrativo-financeiros, de pessoal, logístico etc.

Em certa altura esbarraremos na questão da tortura cometida contra uma equipe de reportagem do jornal “O Dia” _e o que isso tem a ver com a prática da edição.

Discutiremos problemas na relação com o Wikinotícias e daremos nossa opinião sobre os “diggs brasileiros”, debatendo o que é possível fazer ali do ponto de vista jornalístico.

Tarefas

1) A de sempre: escrever no Wikinotícias um texto que seja útil ao ambiente portátil para que o “enviemos” via Twitter na seqüência.

2) Navegar (e se cadastrar) nos sites Domelhor, Eucurti e Rec6. Entender seu funcionamento. Na próxima aula, treinaremos edição neles.

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Por que Obama derrotou Hillary

Junho 5, 2008 · 3 Comentários

Do ponto de vista da tecnologia, é uma questão fácil de responder. A ex-primeira dama pouco investiu em ferramentas on-line. Enquanto isso, só em anúncios e outras ações no Google, o senador por Illinois desembolsou mais de US$ 3 milhões.

No microblog, a distância entre as campanhas também foi díspar. Que o digam os 33 mil seguidores das atualizações de Obama no Twitter _todos eles sendo seguidos, medida sempre vista com simpatia na Web (ainda que, suponha, essa conta jamais tenha sido checada por qualquer funcionário).

Especificamente no Twitter, Hillary foi catastrófica. Amealhou apenas 4 mil “followers” e não adicionou ninguém. Uma tragédia de mídia social.

Yahoo, Microsoft e Facebook, nessa ordem, aparecem como os principais destinatários de verbas da campanha do agora confirmado candidato do Partido Democrata à presidência dos Estados Unidos (engraçado que, no sentido inverso, ou seja, as doações às candidaturas, funcionários da Microsoft deram mais dinheiro a Clinton, enquanto os do Google cacifaram Obama).

Moral da história: Obama, muito ativo na Internet, cativou a multidão de jovens de classe média que perscrutam a rede. Hillary, que investiu milhares de dólares a mais que seu adversário em jantares e homenagens (esse perrengue herdado da vida off-line), arregimentou os mais ricos e os mais velhos. Ou seja, pouca gente.

A Business Week mostrou um ângulo em que uma campanha política ingressou no terreno dos cases de quem busca exemplos de influência das novas tecnologias.

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Plurk sobe na esteira do fiasco alheio

Junho 3, 2008 · Não Há Comentários

O desencanto com o Twitter (que andou off-line por horas nas últimas semanas) colocou em voga uma nova ferramenta de microblog: o Plurk.

Basicamente, ele possui as mesmas funcionalidades. A novidade é que suas atualizações aparecem dispostas como uma linha do tempo (as 24 horas do dia). Além disso, há uma coleção de verbos pré-determinados (ou seja, o usuário pode ganhar caracteres ao utilizar essa opção).

A ferramenta de mídia social está provocando buzz _assim como suas irmãs mais velhas.

Vamos acompanhar e ver o que o jornalismo pode fazer por ela. Já estou por lá.

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Twitter culpa usuários por ‘crack off-line’

Maio 31, 2008 · 1 Comentário

Os períodos off-line do Twitter têm sido tão freqüentes nos últimos dias que a ferramenta criou um blog apenas para dar justificativas a seus desesperados usuários.

A verdade é que não sabemos ao certo o que está acontecendo“, disse Jack Dorsey, presidente do Twitter. Inacreditável.

Ainda pior foi a desculpa encontrada por Alex Payne, um dos responsáveis técnicos do site. Segundo ele, os usuários mais “populares” _aqueles que seguem muita gente e que têm muitos seguidores_ são os responsáveis pelo crack.

Pela explicação de Payne, toda vez que gente como Robert Scoble (com 25 mil followers e 21 mil followings) twitta, o sistema entra em colapso. Ou seja: o Twitter morre de tanto twittar.

Pois bem: o microblog não é só o Twitter. Pownce, Jaiku e até o tosco Telog (brasileiríssimo) estão aí à disposição.

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Edição II - Nona aula

Maio 30, 2008 · Não Há Comentários

Caríssimos,

Na aula desta sexta vamos falar sobre as imposições de tempo e espaço na edição jornalística em papel e on-line.

Como mote, a barriga sobre o avião que não caiu em São Paulo na semana passada. Por que os jornais impressos escaparam do vexame mesmo?

Até que ponto a exigência de velocidade prejudica o exercício do jornalismo?

Vamos falar de um tempo (o nosso) em que a imprensa apura a imprensa.

Mais: em que o cidadão comum concorre com a imprensa (para isso, legal lermos Ana Maria Brambilla e o jornalismo “open source”)?

Tarefas para o segundo tempo:

1) De novo: escrever um texto noticioso no Wikinotícias e enviá-lo, com uma chamada jornalística, pelo Twitter.

2) Navegar (e se cadastrar) nos sites Domelhor, Eucurti e Rec6. Entender seu funcionamento. Na próxima aula, treinaremos edição neles.

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Jornalismo travestido de ativismo cidadão

Maio 27, 2008 · 2 Comentários

Essa eu vi no Twitter, e parece ser um tentativa bem-intencionada de se fazer jornalismo cívico _que está acima do “jornalismo cidadão”, o rótulo com o qual definimos conteúdo com viés jornalístico produzido pelo usuário da Internet.

O projeto se chama Witness (testemunha, em português) e claramente é bem mais do que jornalismo, mas documentação e denúncia, primordialmente. Sem show.

Apesar de ser uma ONG em que Peter Gabriel está por trás como um dos fundadores. Eu sou de um tempo em que personalidades nunca são bem-vindas.

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Off-line, Twitter enfrenta turbulência

Maio 25, 2008 · 1 Comentário

A plataforma de microblog Twitter passa mais tempo fora do ar do que ativa.

Neste momento, o site (para variar, inativo) usa seu blog oficial para anunciar que os acessos estão além da capacidade de uma empresa tocada por 16 funcionários.

Ao mesmo tempo, o site foi acusado de ser complacente com usuários que teriam violado claramente suas normas de uso (caso de pessoas que ameaçam e constrangem outro “twiteiro”).

Há um blog que questiona a qualidade do serviço no aspecto administrativo (de vigilância, de preocupação com o usuário).

Outros brincam com as freqüentes panes técnicas do produto.

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Edição II - Oitava aula

Maio 15, 2008 · Não Há Comentários

Nesta sexta (16/5), na seqüência do curso de Edição II, discutiremos os métodos editorais e de acabamento na Web, a partir do texto “A ditadura do ctrl c + ctrl v“, do grande Paulo Pinheiro.

Dá pra citar ainda o conceito da “vitrine de loja” que Bruno Rodrigues atribui à home page _Bruno é autor do “Manual de redação na Web”, encomendado pelo governo Alckmin para assessorias de órgãos públicos, e também colunista do Comunique-se.

Outro conceito importante: as empresas jornalísticas se preocupam muito mais com a concorrência do que com seus usuários/leitores.

Falaremos ainda de exigências recentes (inglês em primeiro lugar, mais noções de novas tecnologias e usabilidade) e antigas (intimidade com o jornalismo, claro).

Vamos tentar reagir à questão: até que ponto a premência (o imediatismo) prejudica o exercício do jornalismo?

Na etapa final, as tarefas abaixo (mais os comentários sobre o trabalho de simulação do ambiente SMS na semana passada).

Tarefas

1. Publique um texto no Wikinotícias e depois o envie pelo Twitter, com título e link (lembre-se de usar compressores de URL como Is.gd)

2. Navegue e conheça o Brasilwiki. Note as diferenças entre ele e o Wikinotícias.

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Ganhe caracteres no Twitter

Maio 9, 2008 · 2 Comentários

Hoje sentimos um pouco o drama da edição em 140 caracteres (semana que vem tem mais). E, para quem não guardou a dica, a deixo registrada aqui: para ganhar alguns toques a mais quando escrevemos no Twitter, o uso de compressores de URL é a solução.

Sugiro dois: o Is.gd, meu preferido (e mais curto mesmo) ou a Tinyurl, mais tradicional (que o próprio Twitter usa ao publicar suas postagens _só que ele converte após a publicação, ou seja, não o ajuda a economizar caracteres).

Exemplificando: isso aqui http://economia.uol.com.br/ultnot/2008/05/09/ult4294u1321.jhtm comeria 62 caracteres do seu texto. Com o Is.gd, vira http://is.gd/eoR . Trocando em miúdos, 46 toques a mais.

Vale a pena, portanto.

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